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Minha namorada está de padrasto novo (Parte 1)

Tem 4 anos que eu namoro Alana, uma jovem de 23 anos. Alana é uma branquinha de 1,65, lindíssima de rosto, cabelos curtinhos, magrinha, dos peitos pequenos e bunda média mas bem redondinha, pernas bem roliças e com uma bucetinha linda, carnuda e apertadinha. Eu tenho 25 anos, também sou branco, corpo atlético e tenho 1,75. 

Fazem mais ou menos 2 anos que eu me mudei e estou morando só, o que foi ótimo para minha vida sexual com a Alana, que acabou vindo "morar" comigo. Digo morar pois ela acaba se dividindo entre morar comigo e morar com a mãe, Dona Luana, que não deixa a Alana sair de casa de uma vez pois ela ajuda a mãe nas tarefas de casa (e também por apego a filha), então Alana passa alguns dias comigo e alguns dias na casa da mãe. A mãe dela é enfermeira e tem uns horários de trabalho bem loucos, plantões e nunca se fixou com um namorado, visto que o pai de Alana faleceu quando ela ainda era um bebê. 

Desde que começamos a morar juntos que as coisas esquentaram na cama, usamos muitos brinquedos e aos poucos viemos realizando algumas fantasias. Alana tem um tesão enorme em oral, adora chupar um pau gostoso e também adora ser chupada, chega lá fácil fácil. Antes de mim ela nunca havia transado com penetração, apenas oral, ela tem várias histórias com os ex ficantes, coisa de louco. Numa das nossas conversas ambos confessamos ter vontade de fazer ménage ou troca de casal, e aos poucos fomos amadurecendo a ideia. Dentre outros fetiches, uma coisa que eu adorava era exibir a Alana, e ela também gostava, mas tudo isso online, nunca fizemos nada pessoalmente por falta de coragem, apenas em piscina junto de alguns conhecidos e coisas do tipo, com desconhecidos e em lugar público ela morria de medo.

Dando continuidade à história: mais ou menos 1 ano e meio atrás a dona Luana começou a namorar um cara 'mais novo', dona Luana tem seus 50 e começou a namorar um cara de 39 anos, Rafael. Pela idade de ambos rapidamente começaram a morar juntos, e como a Alana praticamente estava morando comigo a mãe dele se sentiu confortável de trazer o namorado (quase marido) para morar no apartamento dela. Ele sempre foi um cara gente boa, tranquilo, mas muito comunicativo, e a história dele se entrelaçava  muito com o da dona Luana, ele perdeu a esposa, fazia uns 5 anos apenas. Um ponto importante aqui é que por ele ser mais novo tem hábitos um pouco diferente da Luana, como por exemplo fazer exercícios físicos e gostar de beber mais. Ele trabalha com contabilidade, então tem dias que ele está no escritório, alguns dias trabalha de casa.

Pois bem, recentemente Alana me fez uma confissão que eu fiquei meio em choque, estávamos falando sobre tesão em outras pessoas e ela me confessou uma história na lata:

- Alana: Vou te contar um negócio. Lembra quando o Rafael começou a morar na casa da minha mãe ele insistia mais em socializar comigo? Pois, então, eu sempre achei super divertido, e certo dia ele me chamou para ir na academia do condomínio, eu não sou muito fã de academia e disse para ele que se fossemos correr eu toparia. Ele topou e fomos, era um sábado bem cedinho da manhã, minha mãe fez o café da manhã e saiu junto com a gente, a diferença é que ela foi trabalhar hahah. Pois bem corremos, tomamos uma água de coco e voltamos para casa. Ele já havia tirado a camisa no caminho, eu tinha reparado no corpo dele mas nada demais, apesar de definido. Quando chegamos em casa ele foi para a varanda e se deitou no chão que estava mais geladinho e eu fiz o mesmo, na hora do impulso tirei minha blusa e fiquei de sutiã, na minha cabeça era super normal já que faço isso no dia a dia, só depois que a ficha caiu, e percebi que o Rafael ficou me olhando, como tenho peitos pequenos e estava com um sutiã que tem um bojo e percebi que quando ficava deitada era possível ver meus peitos e só me dei conta quando vi o Rafael... de pau duro marcando no short. Na hora fiquei excitada e meus mamilos ficaram durinho, quando eu percebi acabei ficando com medo, não sei ao certo a sensação, fingi normalidade, mas me levantei e fui tomar um banho.

Na hora que ela me contou isso eu fiquei com uma mistura de ciúmes mas achando a história muito excitante. Perguntei a ela se teve mais alguma coisa, ela me disse que não, que depois do banho ficou no quarto assistindo TV, mas que em alguns momentos ficou pensando nisso. Logo perguntei se isso excita ela ainda hoje em dia, Alana me disse que apenas quando está com tesão acumulado.

Algum tempo se passou e outro caso aconteceu. Era uma sexta feira, que eu precisava fazer algumas entregas do trabalho, então não iriamos nos ver, Alana havia acabado de chegar em casa e trouxe umas cervejas para tomar enquanto assistia alguma besteira na tv. Não tinha ninguém em casa, ela ligou para a mãe e a mãe disse que saiu de casa não tinha 5 minutos, iria jantar fora com o Rafael e depois iria trabalhar. Então ela tomou banho colocou uma calcinha e uma camisa grande minha e ficou na sala, confortável sabendo que ninguém iria chegar cedo e que antes de qualquer pessoa chegar ela já estaria na cama dormindo pois estava cansada. Depois de algumas cervejas ela disse que ficou excitada e começou a tocar uma siririca com a mão dentro da calcinha e de bruços mas estava tão cansada que simplesmente apagou no sofá... Depois de um tempo Alana acordou no susto escutando barulho de água da pia, ela ficou tão desnorteada na hora que levantou para ir correndo para o quarto, quando ela estava passando pelo corredor a porta do banheiro estava aberta, ela viu o Rafael de relance e ele viu ela passando correndo só de calcinha. Na mesma hora ela me mandou mensagem toda nervosa, ficou preocupada e morrendo de vergonha. Para o Rafael ter entrado no banheiro provavelmente ele havia entrado, visto a Alana só de calcinha, com a calcinha pro lado e mãozinha na buceta, e com certeza foi para o banheiro tocar uma. 

Nenhum dos dois nunca tocou no assunto e o Rafael sempre fingiu normalidade, a Alana tentava fazer o mesmo, mas o clima mudou... Eu conversando com ela acabamos chegando num ponto: ali era um lugar seguro para a Alana poder se exibir, e, isso partiu da Alana.

- Alana: Amor, e se eu tentar fazer algo assim outra vez? 
- Eu: Você esperar ficar sozinha em casa com ele e tentar algo?
- Alana: Não, com você lá, pois ainda tenho medo hahaha
- Eu: Tá maluca? hahaha
- Alana: Tô falando sério, vamos pensar em algo!! Fiquei excitada com isso.
- Eu: Meu Deus, você faria algo com o Rafael??
- Alana: Não!!! Claro que não, ele é meu padrasto. Mas acho que se exibir é legal, quero ver a cara dele, e esse clima que fica depois dele tentar fingir normalidade me deixa excitada...
- Eu: Hmm, tá e o que você sugere? 
- Alana: Ainda não sei, me ajuda! Você precisa ir mais lá para casa.

Bem, dai começamos a pensar em algo, mas nada vinha na cabeça além da Alana usar shorts curtinho, ficar andando de toalha na casa e por ai vai, tava sendo legal mas nunca tinha passado dessas provocações, e estávamos com medo, o Rafael estava percebendo que a Alana estava se exibindo mais que o normal, mas ele não imaginava nem um pouco que eu sabia de algo. 

Mais alguns meses depois esse exibicionismo oscilava, as vezes Alana parava do nada pois o tesão passava e depois voltava, ficava assim e o Rafael ficava sem entender nada. Certo dia, igualmente como aquela sexta feira, eu larguei e fui para a casa de Alana, o protocolo se repetia, infelizmente (ou felizmente) Dona Luana estava de plantão, o Rafael estava em casa de bobeira e eu e Alana estávamos nos organizando para sair para um restaurante. Quando deu mais ou menos umas 19h, estávamos arrumado para sair, começou a chover muito forte.

- Alana: Vei não vou sair de casa nessa chuva.
- Eu: Vamos dar um tempo para ver se para. Se não parar ficamos por aqui mesmo, da para comprar bebida do outro lado da rua.

A chuva não passou, aumentou, fomos no posto de gasolina aqui perto e compramos algumas cervejas, aproveitamos para comprar bem mais pois iriamos para um churrasco no outro dia. Bem chegamos lá, chamamos o Rafael para beber com a gente já que ele estava de bobeira. 

- Eu: E ai Rafael, como está a vida?
- Rafael: Cara tá bem cansativa, as coisas estão puxadas no escritório e é bom esses momentos de tomar uma cervejinha em casa mesmo, da para beber e descansar.
- Alana: Pois é, é a melhor coisa, da para ficar bem a vontade, e ainda mais com uma chuvinha gostosa dessas.

A conversa foi continuando, todo mundo foi ficando meio no bêbado e as conversas inevitáveis foram chegando, e o inesperado (talvez nem tanto) foi que eu puxei o assunto, estava já bêbado e foi o que me deu na telha na hora.

- Eu: Cara, me tira uma dúvida, como é comer a dona Luana??
- Alana: Que pergunta é essa???

O Rafael deu uma gargalhada na hora, o que me surpreendeu também.

- Rafael: Então...
- Alana: Não quero nem ouvir isso, é minha mãe vei!
- Eu: Eu perguntei isso para saber como é que uma mulher mais velha transa, não é por que é a sua mãe! hahaha
- Rafael: Tudo bem galera, não tem problema hahah. Então, é gostoso... mas quando acontece...
- Alana: Como assim?
- Rafael: Sua mãe é mais velha já não tem uma libido tão alta e ativa, fora que a rotina de trabalho dela deixa ela muito cansada.
- Eu: Caraca, deve ser foda. Ainda bem que não passo por isso, a Alana é um fogo só!
- Alana: Que isso hein? Vai ficar me expondo?! hahaha.
- Rafael: Imagino!!

Nessa hora eu e Alana percebemos mas fingimos normalidade. Eu estava muito bêbado e lembro de ficar atiçando a Alana passando as mãos nos peitos dela, beijando quando levantávamos para pegar algo eu ficava sarrando nela, e ela estava com a bucetinha super molhada. A questão é que a partir daqui a história começa a ser escrita pelo relato da Alana, pois eu simplesmente fui para o quarto e APAGUEI. 

Alana disse que tinha vindo me colocar no quarto e foi voltar para arrumar as coisas na sala e dormir também, ela chegou e o Rafael ainda estava lá mexendo no celular.

- Rafael: você já vai dormir?
- Alana: Não queria, mas acho que vou me recolher para ficar com ele.
- Rafael: Eita, tudo bem. 

Nessa hora a Alana percebeu um volume no short dele, o fogo bateu e ela resolveu ir tomar banho e tocar uma siririca para ir deitar. Ela bateu uma pensando em mim e no Rafael, os dois comendo ela, mas ela estava tão tensa também que acabou não terminando e saiu do banheiro. Quando ela sai, percebe que a luz da sala está desligada e a da cozinha ligada, ela pensou que o Rafael havia esquecido mas quando chegou na cozinha viu que ele estava lá ainda bebendo e mexendo no celular sozinho.

- Alana: Oh menino, você não vai dormir agora?
- Rafael: E ai! Vou não, ainda estou sem sono, e ainda tem cerveja gelada hahaha. Vem tomar uma saideira comigo pelo menos?
- Alana: Assim não tem como recursar hahaha

Ela ainda estava de toalha, e ficou lá conversando com o Rafael. Ela percebia claramente os olhares dele, e ela ficava cada vez mais excitada. 

- Alana: Nossa você gosta de ficar no escuro assim mesmo?
- Rafael: As vezes prefiro. Muita luz incomoda.
- Alana: Não! Pera.

Nesse momento Alana foi pegar uma luz amarela baixinha que ela colocava no quarto dela. Quando ela chegou no quarto conferiu se eu estava dormindo, e no impulso ia aproveitar para colocar a roupa, mas preferiu provocar o Rafael. Voltou para a sala e colocou a luz. A conversa foi rolando até voltar para o mesmo lugar.

- Alana: Fiquei pensando na sua situação com minha mãe, chega deu uma pena!
- Rafael: Acontece hahah Mas dai tenho que me virar sozinho... 
- Alana: Não fica assim, é normal, as vezes eu também preciso.
- Rafael: É... eu sei hahah.
- Alana: Meu Deus, eu fiquei morrendo de vergonha naquele dia, desculpa!
- Rafael: Não tem problema, foi uma coisa boa de se ver, com todo respeito.
- Alana: Nossa, fiquei meio sem graça. Mas pelo visto você vai precisar se aliviar sozinho hoje de novo. (Disse ela se referindo ao volume no short dele)
- Rafael: Caralho! Desculpa! Estava esperando vocês irem dormir para eu lidar com isso.
- Alana: Pelo visto eu vou também, depois que você sair do banheiro hahaha.
- Rafael: Acredita que aquela cena sua no sofá não sai da minha cabeça?
- Alana: Hahaha gostou de me ver naquela situação foi?
- Rafael: Muito!
- Alana: Isso me deixa muito molhadinha...

Nessa hora ficou um silêncio...

- Rafael: É... acho que vou precisar ir no banheiro adiantar minha vida e vou indo dormir (disse ele passando a mão no pau rapidamente e já levantando) 
- Alana: Ei! Senta ai...
- Rafael: Oi?
- Alana: E se... eu te ajudar um pouco?
- Rafael: Como assim? 
- Alana: Eu posso te mostrar um pouco... E ai você pode se aliviar aqui, na minha frente, sem precisar ir no banheiro.

Rafael parou por uns segundos e: Mas e o seu namorado? Ele pode se levantar a qualquer momento...
Alana: Não vai, ele tá apagado, pode ficar tranquilo.

Nesse momento o Rafael se sentou, ele estava de frente para a Alana, abaixou um pouco o short e colocou o pau para fora. Alana ficou vidrada, ele tinha um pau relativamente grande e grosso, com a cabeça bem rosada e já babando. 
Alana estava um pouco nervosa também mas com muito tesão. Logo ela abaixou a toalha mostrando os peitos dela. O Rafael começou a acelerar a punheta, a Alana não tirava o olho e também não conseguia olhar para a cara dele. Logo ela começou a passar as mãos nos peitos dela. Ela já estava muito molhada, colocou a mão por dentro da toalha e começou a tocar uma siririca.

- Rafael: Posso tocar? (se referindo aos peitos dela)
Alana ficou calada, ele puxou a cadeira dele para a frente da Alana e MUITO perto, passou as pernas dele esfregando nas dela, nesse momento Alana deu um gemidinho. O Rafael aproveitou o silêncio da Alana e pegou nos peitos dela, uns 5 segundos depois Alana disse para ele tirar a mão, que era só para ele assistir.

- Alana: você não goza não? (disse Alana num misto de excitação e nervosismo)
O Rafael não respondeu. A Alana então tirou a toalha e ficou passando a mão lentamente sobre a bucetinha até começar a siriricar devagarinho, para o Rafael ver sua bucetinha. Mas isso durou muito pouco, Alana não resistiu, e colocou a mão no pau do Rafael.
 
- Alana: Ninguém pode saber disso!!
E logo se ajoelhou na frente dele e ficou encarando aquele pau e enquanto tocava uma punheta bem devagar para ele... depois de ficar encarando e colocando o pau bem pertinho do rosto/boca dela ela disse que adorou aquele cheiro, e começou a beijar aquele pau e começou a passar a língua de baixo até a cabecinha que já estava babando, e começou a chupar as bolas do Rafael, que virava os olhos. Depois ela partiu para chupar de vez aquele pau, ela lambeu e deixou o pau dele todo lambuzado, engolindo tudo, ela punhetava e mamava ao mesmo tempo, tentando apressar as coisas por conta do tesão e nervosismo, o Rafael tentou pegar no peito dela novamente, mas ela não deixou. Nesse momento a bucetinha dela piscava e estava encharcada...

- Rafael: Aaah, assim vou gozar! (Disse ele segurando a cabeça dela)

A Alana não tinha coragem de olhar na cara dele, mas acelerou a punheta e a chupar com mais vontade, logo ela começou a sentir o pau dele pulsando, ela sabia o que iria acontecer e não tirou da boca, até que sentiu o primeiro jato quente na boca e o Rafael se contorcendo e tentando manter o silêncio... Parte ela engoliu e parte deixou escorrer para os peitos dela. O Rafael ficou mole depois gozar.

- Alana: Agora você pode dormir... 

Nesse momento ela levantou meio rápido, pegou a toalha e foi para banheiro, se limpou e correu para o quarto, trancou a porta e deitou ao meu lado. Ela ainda estava anestesiada por tudo que tinha acabado de acontecer mas seu corpo ainda assim reagia, ela ainda estava excitada e percebeu que sua buceta estava bem molhada, viu que eu estava totalmente apagado e teve que se conter na siririca, nesse momento ela não conseguia parar de pensar no que aconteceu e imaginar, também, o Rafael comendo ela, logo ela gozou, se segurou para não gemer alto. Logo em seguida ela dormiu.

 No dia seguinte eu fui acordado com a Alana pegando no meu pau, ela logo veio me chupar e depois montou em cima de mim, eu de primeiro momento não entendi muito bem aquele fogo mas ela fez questão de me contar detalhe por detalhe do que aconteceu naquela noite. Confesso que fiquei muito excitado com tudo aquilo e mais animado ainda para ver o clima como ficaria depois. 

Já era umas 9h da manhã, eu e Alana levantamos, nisso escutamos a voz da mãe dela, na hora bateu uma vibe meio de arrependimento mas entendemos que foi por um bem maior e logo passou. Saímos do quarto e fomos para a cozinha, lá estava a dona Luana e o Rafael, achei incrível a capacidade dele de fingir que nada havia acontecido. 

- Dona Luana: Bom dia, dorminhocos! Estão de ressaca que nem o Rafael, não né?!
- Alana: Ainda bem que não, mãe kk
- Dona Luana: É, o cara vai ficando velho e fica desse jeito quando tomar qualquer cervejinha kkk. Mas eu acabei de chegar do trabalho, estou indo dormir e quero silêncio nessa casa, tão me ouvindo, né? 
- Eu: As ordens! Já já eu e a Alana vamos num churrasco de uns amigos, mas bom sono! 

O Rafael já havia comido e estava na sala vendo TV. Depois de tomar café da manhã fomos nos organizar, a Alana foi tomar banho e saiu do banheiro de toalha e foi para cozinha lavar os pratos, enquanto isso fui para o banheiro. Rafael se aproximou:

- Rafael: Ainda me recuperando de ontem... Foi incrível.
- Alana: Que bom que gostou...

CONTINUA


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