Namoro a Julia há um pouco mais de 4 anos. Ela não é da minha cidade, se mudou para cá para fazer faculdade e foi quando nos conhecemos e começamos a namorar. 1 ano e meio, aproximadamente, depois que ela se mudou, o irmão dela, Victor que é 7 anos mais novo que ela resolveu vir para a capital fazer cursinho, visto que na cidade deles no interior não tem universidade ou cursinhos bons. Como a família deles tem uma ótima condição financeira, os pais alugaram um apartamento para a Julia quando ela veio morar aqui, e como o apartamento era grande, o Victor veio morar junto com ela depois de um tempo.
A Julia tem 25 anos, loira, olhos claro, 1,65, peitos médios para grande, e uma bunda maravilhosa (não é muito grande, mas é bem redondinha). Logo que começamos a namorar eu passei a frequentar a casa dela, então quando o Victor se mudou pra lá as vezes ficava uma situação meio chata, já que perdíamos um pouco da nossa privacidade, mas não tínhamos outra alternativa a não ser aceitar conviver. Victor é um menino de 18 anos, meio retraído, e demoramos para começar a conversar mais, antes era apenas cumprimentos e só.
Julia e eu nos demoras muito bem desde que nos conhecemos. Nossos antigos relacionamentos tinham sido bem diferentes e complicados. Minha primeira e última namorada era recatada, não tinha uma libido muito bom e não tinha tanto apetite sexual. Transávamos pouco e sempre parecia que era para "cumprir tabela". O dela, segundo ela me contou, era frio e meio bobão, e ela não se sentia tão bem no relacionamento. Desde a primeira transa Julia e eu percebemos que tínhamos algo a mais. O sexo era excelente e percebi que ela se soltava muito mais. Não demorou para que ela começasse a saber dos meus fetiches e eu dos dela. Logo no inicio do relacionamento entre várias conversas eu vi que ela não era aquela menininha que eu tinha em mente. Ela começou a mostrar um lado mais safado, demonstrando principalmente vontade de fazer sexo em público e s exibir, ela adorava essa adrenalina de ser pega e de se sentir desejada. Confesso que nunca tinha pensado em fazer essas coisas, mas comecei a achar aquilo tudo muito interessante.
Frequentando mais a casa dela (agora deles), fui notando que o Victor ficava muito no quarto dele. Saía somente para comer, ou ver algo na tv, tudo aparentemente normal para um adolescente.
Até que um dia as coisas mudaram (pelo menos na minha cabeça). Sempre nos exercitamos, separados - cada um na sua academia - e juntos, quando vamos fazer caminhada ou corrida em algum parque aqui da cidade. Era um sábado, umas 11h da manhã, voltamos da caminhada e, como de costume, fomos quase direto para o banho. A Julia chegou, tirou seu tênis e sua camiseta, ficando apenas de top de corrida e shorts de ginástica. Ela foi pra cozinha pegar um copo de água e percebi que o Victor estava na sala vendo TV. Fui até o quarto dela, tirei minha camiseta, tênis e voltei em direção a sala, mas fiquei no final do corredor, atrás do sofá que o Victor estava. Ou seja, ele não me viu ali.
Eu, inocente, imaginando que ele estava vendo o jogo, mas logo vi ele VIDRADO na Julia. Achei que era coisa da minha cabeça, antes que eu pudesse ter certeza, ela se virou e veio em minha direção, passando pelo Victor.
Tomamos banho e aquela cena não saía da minha cabeça. Tudo bem que minha namorada é linda, gostosa e pra ajudar estava só de top e shorts de academia, mas era a irmã dele. Enfim, resolvei tentar esquecer. Logo depois saímos pra almoçar. Chamamos o Victor, mas ele disse que pediria algo para comer (como quase todas as vezes). Descemos para ir no restaurante que era do lado do prédio e assim que chegamos lá percebi que meus cartões tinham ficado no bolso do shorts de correr, deixei a Julia na portaria e subi de volta.
Entrei no apartamento, a TV estava ligada mas nada do Victor. Fui devagar em direção do quarto e vi a porta do banheiro da suíte (quarto da Julia) entreaberto. Dei uma pequena espiada de longe. Vi uns movimentos, mas não conseguia ver direito. O Victor usava o banheiro do corredor, porque ele estava no banheiro da suíte? De repente, tudo fica visível. Essa cena mexeu muito com a minha cabeça e com tudo que vai vir a acontecer. O Victor estava parado na frente da pia, o top, o shorts e a calcinha da Julia em cima da bancada. Ele com o shorts abaixado e de pau duro, tirando a calcinha que estava enrolada no shorts de academia. Ele tirou, levou até o nariz dele e começou a bater uma. Ele enrolou a calcinha no dele e pegou o top dela pra cheirar. Fiquei frio, tentando assimilar tudo. Dei meia volta e saí do apartamento.
Como eu, geralmente pagava a conta, falei pra Julia que não tinha encontrado e se ela poderia pagar, o que ela não viu problema. Comemos e voltamos pro apartamento. Logo que chegamos, vi que a TV estava desligada e a porta do quarto do Victor fechada. A Julia sentou no sofá e colocou algo pra assistir, e eu, logicamente, fui pro banheiro ver a cena do crime. Entrei e vi tudo organizado, como era pra ser. Nos ganchos estavam o top e o shorts. Abri o cesto de roupa suja dela e lá estava a calcinha embolada com as outras roupas. Tirei com cuidado e vi que ela estava molhada, mas aparentava ter sido limpa. Voltei pra sala e não consegui me concentrar em mais nada.
Logo depois do que aconteceu não consegui parar de pensar na cena. Se seria só uma atitude de um adolescente com hormônios a flor da pele ou era realmente algo pessoal? Não sei se era algo que tinha começado quando ele mudou pro apartamento ou se ele já fazia essas coisas quando moravam com os pais. Não sei se ela percebia as calcinhas dela sujas, porque ela sempre lavava, mas nunca comentou comigo. Mas sempre que eu checava tinha alguma calcinha que aparentava ter sido usada por ele. Enfim.. fiquei um tempo pra ver se eu flagrava mais alguma atitude dele, mas sem sucesso.
Chegamos um domingo na casa dela para passar a tarde. Ela queria muito assistir um filme, comentou comigo e ela chamou o Victor, que aceitou na hora também. Sentamos nós dois no sofá pra começarmos o filme. Ela estava com um shortinho de pijama meio solto e uma regatinha, sem sutiã (como ela costuma ficar). Assi, que colocamos o filme o Victor apareceu, sentou do lado dela e começamos a ver.
Tudo foi correndo normal, até que ela quis deitar, colocou uma almofada no colo do Victor (ele não reclamou), deitou com a cabeça nele e esticou os pés em mim. Como ela sempre faz, pediu pra eu fazer massagem nos pés e eu comecei a fazer. Depois que uns 20min, percebi que quando ela se mexia um pouco, pela perna do shorts dava pra ver a calcinha dela. Era uma branca de renda meio transparente, coisa mais linda. Ela as vezes deixa toda depilada. Nesse dia tava só uns pelinhos bem baixo, então dava pra ver. Nessa hora parei de prestar atenção e, por algum motivo, minha cabeça viajou. Parei até de fazer massagem.
O diálogo foi basicamente assim:
Julia: "Parou de fazer massagem porquê?"
Eu: "Desculpa amor, já fiz muito tempo, e acabei focando no filme hahah"
Julia: "Então agora é a vez do Victor."
O diálogo foi basicamente assim:
Ela falou isso se virando e agora colocando as pernas no colo dele. Na hora nem pensei, mas agora ele ia ter a visão privilegiada que eu tive. Ele também demorou pra ver. Eu ficava a cada 2min olhando de canto de olho. Vi quando ele percebeu, por que o meu olhar e o dele se cruzaram umas 3x. Ele estava olhando pro meio das pernas dela. Ele ficava se ajeitando no sofá. Certeza que tava de pau duro.
Assim que terminou o filme, o Victor saiu direto pro quarto dele, sem falar nada. Ela acho que ele não tinha gostado do filme. Mas com certeza foi se aliviar. No começo fiquei meio com ciúmes e até pensei em falar pra ela, mas aí entendi a situação e comecei a curtir a ideia. O tempo foi passando e eu comecei a tentar bolar um plano pra fazer ele ver ela de alguma forma.
Antes do Victor vir morar com ela, ela sempre ficava de camiseta mais folgada e de calcinha pela casa. Quando ele chegou, ela parou. Então comecei a pedir pra ela voltar a usar, mas como era esperado ela disse que não tinha como, por conta do Victor. Eu disse que era besteira, que era irmão dela e que não tinha problema. Ela não quis no começo, mas eu consegui reverter a situação. Ela começou a usar quando mais a noite, quando ele já tinha ido dormir. Certa vez, ficamos vendo filme na sala até mais tarde e ela apagou no sofá. Eu fiquei fazendo massagem no pé dela e ela dormiu. Ela estava de camiseta e uma calcinha de renda preta. ela estava com uma coberta, por que fazer um pouco de frio. Eu só precisava que ele fosse na sala, mas também não tinha como eu chamar. Eu descobri ela e deixei a bunda dela totalmente exposta, só de calcinha. Quando eu já estava esquecendo do plano, ouvi um baralho no quarto dele. Ele estava vindo. Eu fingi que estava dormindo, percebi que ele passou por nós e ficou parado um minuto. Como eu estava ali, ele logo voltou pro quarto. ----
Depois do acontecido na sala, quando o Victor conseguiu ver a bunda da Julia totalmente exposta usando só uma calcinha de renda, percebi que era hora de eu começar a tentar algo mais ousado pra fazer a felicidade dele. Não ia ser fácil, pois agora a Julia talvez presenciasse o irmão desejando ela.
Um detalhe interessante é que a Julia é obcecada por comprar roupas. Quando era troca de coleção, ela aproveitava todas as promoções pra renovar seu guarda roupas. Na minha cidade o frio aparece de forma intensa apenas por uma ou duas semanas no ano. No resto, é sempre calor. No final de um verão, a Julia já começava a me mandar vários prints de vestidos, blusinhas e biquínis que ela via na internet. Como é de praxe de compras na internet, as roupas nem sempre são o que parecem: Às vezes ficam largas demais, apertadas demais. Porém, como ela não queria desperdiçar as promoções, ela comprou em uma loja conhecida três vestidos e dois biquínis. Uma semana depois as coisas chegaram. Nós estávamos no apartamento dela quando as coisas chegaram. O porteiro interfonou e ela foi buscar.
Ela naquela ansiedade pra experimentar, já pegou as sacolas, fechou a porta do quarto e chamou minha atenção para prestar atenção que ela iria experimentar. Ela jogou as roupas novas em cima da cama e começou a tirar a roupa. Já sabem onde minha cabeça estava, né? Imaginando o irmão dela no quarto com a gente vendo ela experimentar, mas como eu poderia ajeitar algo nesse sentido? Não seria fácil... Eu só olhava ela tirando a camiseta, já sem sutiã e o short, ficando só de calcinha com aqueles lindos peitos à mostra. Logo no primeiro vestido, percebo que ela não gostava muito. Acho que ficou meio apertado nos peitos.
Julia: "Ai, acho que não ficou bom, amor."
Eu: "Claro que ficou" Só um pouco apertado... mas nada demais, ficou linda.
Julia: "Você é suspeito pra falar, né? Sempre me elogia. Não posso confiar"
Juro que não fiz de propósito pra por meu plano em ação, mas solicitei: "Ué, pergunta pro Victor". Na hora que falei, já comecei a me xingar de burro na minha cabeça. Me bateu um arrependimento dela não gosta, apesar de ser só um vestido. 30 segundos de silêncio no quarto.
Julia: "Ele é tonto, nem vai saber opinar"
Eu: "Ele sabe o que as meninas estão usando. Ele vai saber opinar". Ela sem dizer que sim ou que não, pegou os vestidos e foi pra sala.
Eu demorei pra levantar do sofá e ouvi os passos dela indo pelo corredor e batendo no quarto do Victor, chamando ele. Fui também em direção a sala e vi ele saindo com uma cara de tédio do quarto.
Victor: “O que foi? Tô jogando”.
Julia: “Vem me ajudar. Preciso de opinião sincera sobre umas roupas. O André é suspeito pra falar”.
Victor: “Tá bom”
Fomos os 3 pra sala.
Ela pegou os 3 vestidos na mão: “Qual primeiro?”, “Tanto faz” - falamos juntos eu e o irmão dela. Ela: “ok. Esperem aqui” - Pra minha tristeza, ela foi pro quarto se trocar (não iria ser tão fácil assim hahaha).
Ela sai, fica alguns segundos e volta. O vestido era um azul claro de alcinha, meio decotado. Ela ficava linda nele.
Ela: “Ficou apertado, não ficou?” Victor mandou um “não” meio seco. Ela: “ai, Victor, fala direito! Não tá apertado?” Victor: “não ficou. Sério” Eu: “tá vendo, amor? Só ficou um pouco apertado no seu peito, mas dá uma valorizada Hahaha”
Ela dá uma voltinha, mostrando um pouco mais das pernas dela, aceita nossa opinião, pega outro vestido e vai pro quarto de novo. Aqueles segundos desconfortáveis…
Ela volta com outro, também meio moda praia, branco, soltinho, um pouco mais curto. Como o sol entrava pela varanda direto nela, o vestido ficava meio transparente na bunda, deixando visível sua calcinha de renda. Ela: “ficou bom?” Nós dois: “‘muito!” - eu não quis estragar a visão. Ela deu ruma risada: “assim que eu gosto. Parece que gostaram bastante desse… vou pro último”.
Enquanto ela foi se trocar, vi que o Victor estava meio desconfortável, virei pra ele e falei: “tá gostando?”
Ele meio sem olhar pra mim, só balançou a cabeça dizendo sim.
Ela volta, esse era de festa, um preto bem colado e curto. Diferente do último que ficava transparente, esse era tão apertado que marcava a calcinha de renda. Que cena linda!
Vi que o Victor estava vidrado nela, sem piscar e soltou do nada um “gostei bastante desse”. Ela: “tá vendo, André! É essa reação que eu espero”. Só dei risada…
Ela: “bom, obrigado, meninos!” - falou saindo em direção ao quarto. Fui logo atrás dela: “amor? E os biquínis?” Ela: “uai, não vou experimentar os biquínis na frente de vocês, né? Digo na frente do Victor” Fiquei triste, mas tentei uma última cartada até pra não dar na cara. Eu: “ele não vai te ver de biquíni de qualquer forma?”
Ela: “É, mas não preciso experimentar na frente dele” Eu: “ok. Não precisa, então” - falei sentando na cama e pegando meu celular. Vi que ela ficou dobrando os vestidos quieta. Quando eu já estava me entretendo com o instagram.. Ela pega os biquínis na mão e fala “vai lá pra sala”. Eu saio correndo. Pra minha sorte, o Victor ainda estava na sala.
Ele foi se levantar quando eu cheguei e eu falei: “não. Espera aí…” ele me olhou sem entender.
Escuto os passos descalços dela no corredor, meu coração já batendo rápido, corpo quente. Ela aparece com um biquíni verde, lindo. A parte de cima sem bojo desenhava os peitos dela. Aquela barriguinha chapada e uma calcinha de biquíni pequena e cavada.
Eu e o Victor calados, olhando pra aquele corpo delicioso, escultural. O Victor agora estava visivelmente desconfortável, daquele jeito se mexendo no sofá.
Ela: “e aí? Gostaram? Vou usar em Floripa, Victor!” Eles tinham uma viagem de família no próximo mês.
O Victor só balançou a cabeça. Eu: “acho que ele gostou hahaha” Ela me olhou com uma cara de brava e saiu pra colocar o outro.
Nem sei quanto tempo passou. Eu estava nervoso esperando o outro biquíni.
Ela volta com o outro biquíni, um branco, também sem bojo e uma calcinha também branca. Não eram biquínis muito caros, o tecido era fino. Os mamilos dela estavam meio duros e na hora que olhei pra calcinha, desenhava a bucetinha dela certinho. Pra qualquer imaginação, aquele biquíni era um sonho. Nessa hora ela olha pro Victor (e eu também) e ele estava olhando direto pra bucetinha dela. Ela tentou disfarçar e virou meio de lado tentando esconder a parte da frente.
Nessa hora, criei coragem, levante e fiquei do lado dela fingindo me interessar pelo material do biquíni. Eu: “esse tecido é diferente, né?” Nisso eu enfiei dois dedos na parte da parte de cima do biquíni e dei uma leve puxada pro lado quase expondo o peito dela. Olhei pro lado e o Victor nem respirava olhando. Ela: “quer me deixar pelada aqui?” Eu só dei uma risada. O Victor levanta e fala que vai ao banheiro. Eu fico com ela na sala ainda conversando sobre as compras.
Ouvimos a porta do Victor bater. Aparentemente ele não voltaria mais.
Assim que voltamos pro quarto, enquanto eu ainda processava tudo, a Julia tirava o biquíni.
De repente ela começa a revirar as roupas e me fala “perdi minha calcinha”. Nessa hora eu já tinha entendido o que o Victor tinha ido fazer.
Um pouco mais tarde quando já estávamos na sala, fui no banheiro da Julia e lá estava a calcinha dela no cesto. Quando mexi nela, estava ensopada com gozo…
Depois do que aconteceu na sala, comecei a pensar seriamente em abordar a Julia e sugerir algumas coisas com o pretexto de apimentarmos a relação e colocarmos nossas fantasias e fetiches em prática. Isso não seria tanto o problema. Mas onde eu incluiria o irmão dela nessa contexto? Difícil, mas decidi pensar bastante, afinal eu só conseguia pensar nisso.
Algumas semanas se passaram e um dia estávamos eu e ela no meu apartamento vendo filme. Estávamos vendo um filme que chama “De Olhos Bem Fechados”. Resumidamente, a Nicole Kidman é esposa do Tom Cruise e ela participa de uma seita sexual escondida dele e ele descobre. Na cena em que ela aparece pelada, resolvi cutucar a Julia, perguntando se ela participaria de algo parecido. Ela respondeu que dependendo da situação e se eu consentisse, sim. Fui perguntando mais algumas coisas, tentando instigar ela a fazer o que eu queria. Conversa vai, conversa vem, eu soltei pra ela que eu queria ver ela sendo mais liberal quando ao exibicionismo. Ela me olhou e pediu pra explicar melhor. Comentei que ela poderia começar o exibicionismo em casa. Ela me olhou como se tivesse concordado, mas rapidamente se lembrou do Victor.
Eu tive que tentar contornar:
Ela: "amor? Não tem como, né? O Victor…"
Eu: "ah, mas ele nem vai ver. Só fica no quarto dele."
Ela: "mesmo assim! E se ele sai do nada? Não tem como controlar ele."
Ficamos os dois em silêncio.
Ela: "E outra, você não se importaria dele me ver assim? Pessoas desconhecidas é uma coisa…"
Eu: "Não. Até porque pra ele nem vai fazer sentido. Ele é seu irmão, nem vai querer ver"
Ela: "Ai, não sei. Meio estranho, não?"
Eu: "Só sugeri, porque conversamos que iríamos tentar fazer algo diferente."
Ela: "Eu sei, amor. Mas não sei. Talvez um dia que eu tenha certeza que ele não vai estar em casa."
"Eu: difícil, né… ele não sai nem do quarto dele direito. Mas tudo bem, melhor deixar pra lá" - falei com uma voz meio triste, tentando um jogo emocional, mas aparentemente não funcionou. Ela só me olhou e mudou de assunto e terminamos de ver o filme.
Esse dia terminou assim. Quase 2 semanas se passaram e eu não conseguia tirar a ideia da minha cabeça. O fato de eu sempre estar pensativo de como eu poderia fazer meu desejo virar realidade, fez a Julia pensar que eu estava triste. Então ela me confrontou:
Ela: "Amor, percebi que você está meio triste ou preocupado com algo. Está tudo bem?"
Eu: "Ah, amor…não é nada não. Fica tranquila."
Ela: "Te conheço. Sei quando você está estranho."
Eu: "De verdade, não tem nada…"
Ela: "É por conta do seu pedido ainda?"
Eu: "Deixa pra lá isso… já passou."
Ela: "Eu sei que é sobre isso. E eu fiquei pensando por esse tempo que passou."
Eu: "Ah. E pensou o que?"
Ela: (segundos de silêncio…) "se é pra melhorarmos nossa relação, vou topar fazer algumas coisas."
Eu: "Tipo…?" - falei já meio nervoso.
Ela: "Ué! Você não me pediu pra eu me soltar mais aqui em casa? Então é isso que eu vou me esforçar pra fazer."
No final de semana seguinte, tivemos um aniversário de um amigo meu. A Julia avisou o Victor que voltaríamos tarde. Como o plano era voltar mais tarde combinamos de eu dormir na casa dela.
Fomos pra festa. A Julia estava com uma calça meio de couro bem colada e uma blusa preta também bem colada, desenhava o corpo inteiro dela.
Na festa, como sempre, eu bebi bastante e a Julia, apesar de não ter bebido tanto já estava bem bêbada, pois ela era bem mais fraca pra álcool. Não voltamos tão tarde quanto imaginávamos. Era meia noite e meia, mais ou menos. Quando a Julia abriu a porta do apartamento, o Victor estava só de cueca no sofá da sala, e por ele estar sentado meio de costas pra porta ele demorou pra perceber que chegamos. Vi (a Julia também) que ele estava com o pau quase pulando pra fora da cueca.
Eu estava logo atrás da Julia e só senti ela segurando firme no meu braço, num reflexo meio de susto. Ela fez um barulho com a chave pra ver se ele percebia. Quando ele percebeu, ele deu um pulo, pediu desculpa e saiu correndo pro quarto dele.
Eu: "Acho que ele tava se divertindo na sala hahaha."
Ela: "Para! Tadinho! Deve tá morrendo de vergonha."
Tiramos nossos tênis, sentamos na mesa de jantar. Ela tinha uma garrafa de vinho aberta na geladeira e eu peguei uma cerveja que sempre deixo lá pra tomar. Começamos a beber e conversar. Quando a Julia bebe ela fala pelos cotovelos… de repente ouvimos a porta do quarto do Victor abrindo e ele passou por nós (dessa vez de shorts e camiseta) em direção a cozinha.
Eu olho pra ele passando e de repente ouço: “Viiictor, vem aqui” - era a Julia chamando ele. Percebi pela voz dela, que ela estava bem bêbada. Ele pegou a água e parou na ponta mesa de jantar.
Ela: "maninho, não precisa ficar com vergonha. É normal acontecer essas coisas."
Victor: "O que você tá falando? Eu só assistindo."
Ela: "Você sabe. Na hora que entramos e você tava no sofá. É normal. Você tá na sua casa. A gente que não bateu na porta"
O Victor só olhava pra baixo, numa mistura de vergonha, nervosismo.
Ela: "Não fica assim…"
Ele só concordou com a cabeça e foi pro quarto.
Ela: "Ai, amor. Tô com muita dó dele."
Eu: "Amor, eu sei. Mas ele vai ficar bem."
Ela ficou com o olhar meio perdido por uns segundos e falou que ia no banheiro. Ela parou na porta do quarto do Victor, bateu e falou algo que eu não consegui ouvir.
Mas o que quer que seja que ela falou, ele saiu do quarto e sentou na mesa comigo. Ficou aquele clima, pq eu não sabia o que falar. Fiquei na sala mexendo no celular e tomando minha cerveja. Quando eu escuto os passos no corredor. Ela senta do lado do Victor e tenta consolar ele. O que aconteceu nem foi pra tanto, mas na cabeça dela parecia que tinha sido.
Ela: "Maninho, promete não ficar mal?"
Ele: "Sim. Só estou com vergonha."
Ela: "Não precisa!!" Ele também parecia estar realmente envergonhado. Ela me olhava buscando uma resposta e eu só fazia uma cara de não saber o que fazer. Ela ficou acariciando o braço dele por alguns segundos.
Ela: "olha… André, fica só de cueca e mostra que é normal pro Victor."
Eu olhei pra ela (???!)
Ela: "amor, por favor."
Ele: "Ju, não precisa. Eu estou bem."
Ela me olhou com uma cara que não pude negar. Me levantei tirei a camiseta e a calça.
Ela: "viu, Vi? Não tem nada demais. É normal."
O Victor ainda estava cabisbaixo.
Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela se levantou: “vamos acabar com esse clima ruim”. Nisso ela cruza os braços pegando a blusa dela pela barra e puxa pra cima tirando a camisa. Joga em cima da cadeira. Coloca os polegares em cada lado da calça de couro dela e desce até o chão.
Ela: "pronto. Agora estamos todos igual a você! Não precisa mais ficar mal."
Ela estava com uma lingerie azul clarinha. Me deu um gelo na hora e ao mesmo tempo um tesão indescritível. A bebida ajudou ela a tomar coragem. Nessa hora o Victor olhou pra ela de cima a baixo. Ela tava uma delícia.
Ela: vai, Victor. Se levanta. Ele se levantou sem falar nada. Ela tirou a camiseta dele e pediu: “tira o shorts também”. Ele prontamente tirou.
Estávamos os 3 em um momento difícil de explicar se alguém entrasse e visse. Ficamos na mesa conversando, bebendo. Eu tentei acabar com o climão.
O Victor se levantou e disse que já voltaria e foi no banheiro. Ele passou com a camiseta cobrindo a parte da frente da cueca. Ela percebeu e me olhou com uma cara de surpresa.
Eu: o que foi isso? Ela: não foi o que você me pediu? Eu: eu estava falando do Victor. Ela: eu vi! - falou meio rindo. Eu: parece que ele gostou do que viu haha Ela: para de ser besta. Sou a irmã dele… Eu: mas você viu, né? Ela: eu vi. Eu: que tal dar um show pra ele? Ela: Como assim? Doido… - falou dando risada Eu: você já está só de lingerie na frente dele. O que que custa? Vamos só pra ver a reação dele. Ela: sorte a tua que eu estou tão bêbada ao ponto de não brigar com você por essa sugestão sua.
Nisso ele volta. Ainda escondendo a frente da cueca com a camiseta. Eu: Victor, não precisa ter mais vergonha. Tá tudo bem, não é amor? Sua irmã vai te mostrar que não tem nada demais. O semblante dele mudou. Ela se levantou, alcançou as costas com os dois braços e soltou o soutien dela. Pronto! Agora ela tava com aqueles lindos peitos quase na cara do irmão dela. Eu já tava quase batendo uma por baixo da mesa.
Ela: promete ficar bem agora? Não precisa mais ter vergonha. Ele se levanta, do lado dela e dá um abraço do nada. Vejo que na hora o quadril dela foi pra trás em um momento de reflexo. Ele sai sem dizer nada. Eu: o que aconteceu? Ela: senti um negócio duro no meu umbigo hahaha.
Fomos pro quarto e transamos gostoso 2 vezes quase seguidas.
Como vocês perceberam até o momento, as coisas avançaram bem até. Eu não sabia mais até onde isso iria. Até onde ela estaria disposta a realizar as coisas que eu queria? Minha cabeça pensava nisso 90% do dia. Será que em algum momento ela pode ficar brava e me largar? Enfim… resolvi manter as coisas devagar pra não correr esse risco. Fato é que ela estava se sentindo mais a vontade com o Victor. Andar de calcinha e soutien já estava quase virando uma rotina. Nessas últimas duas semanas, já tinha acontecido algumas coisas, então talvez ela estivesse entrando no jogo também.
Foi em um dia comum que ela veio aqui em casa para mais uma noite de janta e filme. Jantamos e na hora que sentamos no sofá ela disse que precisava conversar comigo. Na hora assustei, óbvio. Será que meu medo tinha sentido? Ela iria terminar comigo? Enfim… tive que encarar.
- Ela: então, amor… assim…
Meu coração acelerava, eu estava começando a suar.
- Ela: sobre o que aconteceu com o Victor. Queria saber se você ficou bravo ou algo. Não tivemos tempo pra conversar direito.
- Eu: claro que não, meu amor - falei aliviado.
- Eu: ele é seu irmão, adolescente, essas coisas dele são normais.
- Ela: mas e o fato de eu ter ficado só de calcinha na frente dele, não te deixou com ciúmes ou bravo?
- Eu: não, amor. Juro. Ele é seu irmão.
- Ela: eu sei, né, mas vai saber. E sobre isso, sua opinião masculina, é normal ele ficar de … duro?
- Eu: ah, amor. Você é uma mulher gostosa. Muitas vezes nós homens reagimos ao corpo da mulher.
- Ela: mesmo sendo meu irmão?
- Eu: sim. - nessa hora vi a brecha e resolvi soltar as coisas que eu tinha visto.
- Eu: inclusive, já vi ele te secando haha.
- Ela: ai, nada a ver.
- Eu: juro! Já vi ele mexendo nas suas calcinhas também.
- Ela: que?! Mexendo nas minhas calcinhas?
- Eu: sim. Ele pega suas calcinhas usadas.
- Ela: pra quê?
- Eu: já vi ele cheirando, inclusive batendo uma punheta com elas e até gozando nelas.
- Ela: mentira sua.
- Eu: eu juro. Vou te mostrar então.
- Ela: se bem que já percebi que muitas das minhas calcinhas não estão no mesmo lugar que coloquei às vezes.
- Eu: pois é… pode reparar. Igual quando ele te abraçou de pau duro. Essa hora ele estava vidrado nos seus peitos.
- Ela: é… acho que eu percebi essa hora. Ai meu Deus, o que eu faço? Ou a gente?
- Eu: não tem muito o que fazer. Reprimir não é a solução. Você viu como ele ficou mal.
- Ela: sim. O que fazer então?
- Eu: temos duas opções: ou deixar ele como está, passando vontade ou podemos ajudar ele - falei jogando todas as cartas.
- Ela: ajudar? Procurar ajuda você diz?
- Eu: não. Nós ajudarmos ele mesmo. Mais você do que eu, na verdade - falei dando um sorrisinho.
- Ela: ai, amor. Que tipo de sugestão é essa? Espero que seja brincadeira.
- Eu: amor, ele é seu irmão. Provavelmente os hormônios dele estão matando ele. Você gosta de ver ele naquela situação que você viu? - tentei pegar no lado emocional.
- Ela: mas ele tem que arrumar uma namorada pra isso!
- Eu: vamos ser sinceros. Ele não vai arrumar uma namorada tão cedo do jeito que ele é tímido.
- Ela: isso é verdade, mas não significa que eu tenho que “ajudar”, como você está sugerindo.
- Eu: foi só uma sugestão. Não precisa fazer. Vamos deixar pra lá então… - falei isso olhando pra frente e fiquei quieto.
Ela também se virou pra frente e começamos a ver qualquer coisa que estava passando na televisão. Uns 15 minutos depois ela vira pra mim:
- Ela: o que você tinha em mente pra ajudar ele?
- Eu: ah, amor. Não quero que você faça nada que você não queira, mas seria ajudar ele a ter mais confiança. Ajudar ele a não ficar reprimido. Podemos aproveitar pra praticar seu exibicionismo.
- Ela: você quer que ele me veja pelada, é isso?
- Eu: também.
Ela não falou nada. Total silêncio de novo.
- Ela: e como vamos falar isso com ele?
- Eu: se você topar, eu falo com ele e você vai me apoiando.
- Ela: ai, amor. Não sei.
- Eu: pense e decida. Depois a gente conversa.
No próximo final de semana estávamos no apartamento dela fazendo uma janta. O Victor por incrível que pareça quis jantar conosco. Ficamos os 3 no sofá conversando sobre a vida e tomando vinho. Victor nunca tinha tomado vinho. Algumas taças e quando já estávamos na segunda garrafa, começamos a conversar de relacionamentos.
- Ela: e você, maninho? Nunca quis arrumar uma namorada?
- Ele: ah, acho que não.
- Ela: você precisa conversar com alguém pra ter um relacionamento haha.
- Ele: eu sei. Só não quero agora.
Nós 3 já estávamos na segunda garrafa de vinho. Todos um pouco alterados.
- Ela: mas tá precisando, né? Haha
- Ele: como assim?
- Ela: percebemos que você anda um pouco… como posso dizer, precisando se aliviar.
Ela estava falando isso mesmo? A Julia parece que estava tomando as rédeas.
- Ele: ah, desculpa. Não faço por querer.
- Ela: já te falei: não é pra você se desculpar ou se sentir mal. É normal. Você é um adolescente. Hormônios estão a todo vapor no seu corpo.
- Ele: sim. É que… nada - ele para de falar.
- Ela: fala, Victor.
- Ele: é que às vezes eu não consigo parar de pensar… é complicado.
- Eu: mas você tem conseguido… se aliviar? - tentei entrar na conversa.
- Ele: ah, consigo…
- Eu: você usa site pornô? O que você usa? De homem pra homem, pode falar.
Ele olhou pra Julia, talvez com receio de falar na frente dela.
- Ela: responde o André.
- Ele: ah.. uso. Mas às vezes perde a graça.
- Ela: e aí você usa minhas calcinhas? - ela deu risada.
Mais um momento constrangedor de silêncio.
- Ele: n…não… eu não - falou ele gaguejando.
- Ela: pode falar. Eu sei o que você tem feito com ela e de verdade, não tem problema.
Ele ficou em silêncio. Eu também.
- Ela de novo: você pode usar elas quando quiser. Ok?
Acabava a segunda garrafa de vindo. Ainda bem que tinha mais uma na geladeira. Me levantei e fui pegar o outro vinho. Enquanto eu abria a garrafa, podia ouvir eles conversando.
- Ela: não tem problema.
- Ele: não vai ficar bravo? - ele sussurrava.
Ela: ele que pediu pra eu te ajudar. - ela também sussurrando.
Voltei pro sofá.
- Eu: Victor, a sua irmã está falando a verdade. Pode contar pra nós. Nós estamos aqui pra te ajudar e não pra te julgar e punir.
- Ela: não quero que você fique se repreendendo.
A Julia estava com um shortinhos de moletom e uma regata branca, sem soutien por baixo.
- Ele: ok.
- Ela: você ainda é virgem?
Eu ficava espantado e feliz a cada pergunta dela.
- Ele: sou.
- Eu: sério? Já viu alguma menina pelada pessoalmente?
- Ele: não.
- Eu: a Julia pode te ajudar com isso, né?
Vi que, por mais que estivéssemos conversando de alguns assuntos mais íntimos com ele, ela não estava esperando. Vi ela virando a taça de vinho. Eu não sabia como ela iria reagir. Forcei essa situação por conta do vinho, mas estava com medo do que poderia acontecer. O Victor disse que iria ao banheiro. Se levantou e saiu.
- Eu: amor, estou falando as coisas pra ele, mas você é quem vai decidir o que você quiser fazer.
- Ela: eu sei - ela se aproximou de mim, me de um beijos de língua e passou a mão no meu pau por cima do meu shorts e viu que eu estava duro.
- Ela: parece que mais alguém está precisando aliviar haha. Parece que vou ter “ajudar” mais um haha.
Nisso o Victor volta do banheiro, tentando abaixar a camiseta para cobrir o pau dele duro no shorts. Eu olhei pra Julia e ela olhou pra mão dele e olhou pra mim, mas não falou nada. Começamos a dar umas risadas baixas e ele percebeu. Tentou se cobrir ainda mais.
- Eu: Victor, se quiser ir no banheiro de novo, pode ir haha.
- Ele: eu fui, mas não consegui. Vou lá de novo… Quando ele foi sair a Julia segurou o braço dele
- Ela: espera um pouco…
Nisso ele sentou no sofá do meu lado e a Julia em pé na nossa frente. Ela tirou a blusa, jogou no chão, abaixou o shorts, revelando pra nós dois uma calcinha branca de renda, bem cavada. Ela olhou pra mim, olhou pra ele colocou os dedos nos cantos da calcinha e abaixou. Eu não acreditava naquilo. Ela estava agora inteira peladinha na frente dele. A buceta dela lisinha, exposta pro irmão dela. Ela se abaixou, pegou a calcinha:
- Ela: não é isso que você gosta? Então toma esse presentinho. Pode usar. Quando terminar, quero ela de volta - ela falou isso esticando a mão e colocando a calcinha na mão dele.
O Victor sem qualquer reação, se levantou e saiu pro quarto. Eu puxei ela e fomos pro quarto dela. Joguei ela na cama, deixamos a porta quase aberta e começamos a transar. A gente se beijava muito e a cada vez que eu colocava meu pau nela com força, ela dava uma gemida alta.
- Ela: poucas vezes te vi me comendo desse jeito.
- Eu: tô com muito tesão!
- Ela: ficou com tesão por me ver tirando a roupa na frente do meu irmão?
- Eu: sim!
- Ela: safado. Me come, então. Me come gostoso!
Eu não aguentei nem 10min, tirei meu pau e gozei na barriga dela inteira e nos peitos. Quando deitei do lado dela, ela se levantou, foi até a porta e a calcinha dela estava pendurada no trinco. Provavelmente o Victor viu a gente transando. Ela segurou a calcinha na mão, olhou pra ela e eu vi muita porra escorrendo da calcinha na mão dela e caindo na coxa dela e no seu pé. Ela tinha gozo meu na barriga e nos peitos e do irmão dela na mão e no pé Ela: vou ter que tomar banho! - falou ela rindo.
Como vocês podem perceber, as coisas estavam mudando e pra melhor. Pelo andar da carruagem, meus planos de aproximar minha namorada e o irmão dela estavam indo bem. O Victor agora já tinha visto a Julia peladinha. Mas confesso que estava ficando sem ideias pra avançar com o meu plano. Eu não queria forçar nada, então eu teria que bolar algo muito bem planejado pra não ficar parecendo que eu estava tramando algo. O tempo passou e nada de vir novas ideias. Fui deixando rolar… O aniversário da Julia estava chegando. Ela tem 2 grandes amigas que moram na cidade que ela trouxe da faculdade. Sugeri que fizéssemos algo com elas em um bar ou alguma balada. Infelizmente, quando a Julia foi convidar elas, uma estava fora e a outra tinha um casamento e seria madrinha, ou seja, nenhuma das duas poderia ir e ela ficou triste por isso.
- Eu: amor, vamos fazer algo a gente.
- Ela: sim… queria algo mais animado.
- Eu: eu sei, mas podemos fazer.
Infelizmente eu também não era o expert em baladas ou bares da cidade. Eu conhecia os de sempre que não eram nada demais.
- Eu: não tem nada que você queira muito fazer? Um lugar diferente?
- Ela: acho que não - falou ela desanimada.
Comecei a acessar minha memória pra ver se eu lembrava de algo. E foi aí que lembrei…
- Eu: e o motel? Você sempre disse que nunca foi em um. Podemos fazer uma festinha pra você conhecer!
- Ela: ah… verdade. Mas seríamos só nós. Podemos deixar pra ir no dia dos namorados.
- Eu: no dia dos namorados é lotado. Vamos lá… levamos bebidas, som…
- Ela: hmmm… acho que eu topo sim.
- Eu: então combinado! Vou reservar pra não ter perigo.
Tinha um motel excelente em nossa cidade que era bem disputado. Apesar de não ser uma data que lotasse, preferi não correr o risco. Essa conversa foi em uma terça-feira. O aniversário da Julia era sexta. Liguei no motel. Eles reservaram, mas a atendente deixou claro que se houvesse desistência, eles cobrariam uma multa de 70% do valor. Como a festa nossa era certa, não vi problema. O quarto era R$ 480 por 3h. Para aproveitarmos melhor, optei pela pernoite. Dessa forma, poderíamos ficar até as 9h da manhã do outro dia. Paguei R$ 700 nessa brincadeira, mas era por um motivo especial. Sexta-feira à tarde ela estava super animada. Comprou uma champanhe, gin, eu comprei um whisky. Estava tudo pronto. Ela me disse pra vir arrumado como se fôssemos em uma balada. Afinal era aniversário dela e a primeira vez em uma balada. Combinamos de eu ir umas 19h pra casa dela, faríamos um aquece e umas 22h iríamos pro motel. Foi ideia dela de simularmos uma noite de balada mesmo. Cheguei na casa dela. Ela estava pronta já. Só faltava por o salto, ela estava maravilhosa: um vestido vermelho, decotado, 1 palmo abaixo da bunda dela. Por incrível que pareça o Victor estava na sala conversando com a Julia (milagre). Quando ele não pode ficar na sala sozinho, ele vai pro quarto dele. Cheguei, conversamos e começamos a beber, os 3. Conversa vai, bebida vai, som rolando. A Julia subia no sofá pra dançar as músicas. Até o Victor estava entrando nas brincadeiras. Difícil lembrar algum dia que vi ele tão solto. Ele logicamente estava bêbado, mas mesmo assim ele estava diferente. Tocou funk, sertanejo… eu era um péssimo dançarino, então ela foi chamar o Victor pra dançar. Estava um clima legal. Quando era mais de 21h30 comecei a pegar as bebidas:
- Eu: amor, quase 22h. Vamos indo?
- Victor: ué… onde vocês vão?
- Ela: uai, menino. Não está me vendo toda arrumada? Achou que era pra ficar em casa?
- Eu: é aniversário da sua irmã e você nem lembrou, né?
- Victor: nossa, verdade. Desculpa, Ju. Parabéns.
- Ela: tudo bem. Conheço meu maninho cabeça de vento…
- Victor: vocês vão sair? Posso ir com vocês? Vou me trocar rapidinho - falou ele saindo.
Aquele velho e famoso silêncio. Nos entreolhamos.
- Eu: amor, podemos mudar os planos. Não tem problema. Vamos em alguma balada.
- Ela: mas e as bebidas?
- Eu: podemos beber outro dias (difícil, pois não bebíamos essas bebidas em finais de semana normais).
- Ela: e a reserva? Para reservar esse motel era igual um hotel.
- Eu: ah… tem a multa, mas não tem problema.
- Ela: claro que tem. Esse motel é caríssimo.
De fato eu tinha pego a segunda melhor suíte..
- Eu: ah, mas seu irmão nunca anima de sair e é seu aniversário…
O Victor voltou todo animado.
- Ele: bora?! Onde vamos?
- Ela: então, Victor… nós não tínhamos planejado de ir em uma balada, assim.
- Ele: algum barzinho?
- Ela: então, reservamos um motel e faríamos nossa festa lá.
Vi a felicidade dele sumindo e indo pro ralo… Aqueles segundos de silêncio.
- Victor: ah, sim. Tudo bem. Saímos outro dia.
A Julia me olhou com uma cara chateada.
- Ela: vamos fazer o seguinte. Não vamos estragar essa noite. O André já reservou, já compramos as bebidas. Vamos os 3. Não vamos fazer nada, apenas continuar nossa festinha igual aqui. O que acha? (Ela estava mesmo chamando o Victor pra ir com a gente?!?)
- Victor: mas como assim? Não tem porque eu ir…
- Eu: o quarto é bem legal. É bem grande, peguei o melhor. Fazemos o mesmo que estamos fazendo aqui - interrompi.
- Ela: é. Vamos só beber, conversar e dançar igual estávamos fazendo.
- Eu: só preciso que você entre no porta-malas, porque se pedirem seu documento, vai ser estranho você entrando com a sua irmã hahahaha.
Todos riram. Victor concordou, pegamos as bebidas e a caixinha de som e fomos. Parei 2 quadras antes, Victor entrou no porta malas e entramos. Chegando lá, abri o porta-malas e descemos os 3. O quarto era sensacional, cama gigante, um bar. Notei umas coisas interessantes: o box do chuveiro era de vidro transparente e uma banheira muito legal. Chegamos, colocamos as bebidas no frigobar, ligamos o som e voltamos a nossa festinha. Como tinha passado um tempo, tivemos que tomar mais rápido pra retomar o nível que todos estavam no apartamento. Fiz umas brincadeiras para tomarmos shots para acelerar o processo. Uma hora a Julia pediu licença e foi no banheiro. Eu e o Victor ficamos admirando o quarto e conversando. Quando ele solta:
- Victor: e essa banheira? Pode entrar?
- Eu: claro. Pode entrar. Mas acho que ninguém trouxe roupa de banho haha
- Victor: ah, eu entro de cueca mesmo haha. Bora entrar, Andre?
Se você entrar eu entro. Eu meio com pé atrás, mas resolvi testar para ver se ele estava blefando. A jacuzzi já estava cheia. Nós dois já meio bêbados, tiramos o tênis, a camiseta, a calça e entramos.
De fato, na hora nem pensei na Julia. Estava bêbado e acabei esquecendo de ver se ela não acharia ruim, mas nós dois estávamos lá, de cueca bebendo o whisky que levei. Ela sai do banheiro.
- Ela: ahh, que bonito os dois. Entraram na jacuzzi de cueca?!
- Eu: amor, desculpa. Nem te perguntei. Devíamos ter pensado antes de sair de pegarmos todos roupa de banho.
- Ela: devíamos mesmo. Mas vocês não acham que eu vou ficar de fora, né?
Falando nisso ela saiu do salto, alcançou as costas e começou a abrir o vestido dela que era de zíper. O zíper parecia emperrado.
- Ela: Victor, me ajuda? O Victor sai prontamente da jacuzzi, ela se vira e ele com um pouco de dificuldade, abre o vestido dela até o final das costas. Ela solta o vestido no chão. Ela estava com uma lingerie preta de renda. Coisa mais linda. Que cena tivemos nos dois olhando de baixo.
- Eu: amor, cuidado com essa lingerie. Elas são delicadas e essa água às vezes tem cloro…
- Ela: e quem disse que eu vou molhar minha lingerie? - ela falou isso soltando o soutien, tirando a calcinha e entrou rápido, se sentando no meio de nós dois.
Como assim? Tão fácil? Ela simplesmente tirou toda a roupa na frente dele de novo, como se fosse a coisa mais normal. A conversa continuou fluindo na banheira. Começamos a conversar do próprio motel, de onde as pessoas transavam: mesa, chuveiro, até na própria banheira. A água da banheira cobria o corpo da Julia até os ombros, mas claramente dava pra ver os peitos dela. Ela escondia um pouco com o braço, mas ainda ficavam visíveis. As pernas ela deixava fechadas.
- Julia: puts… esqueci de trazer a garrafa pra cá. Quem vai pegar? Eu sei que eu não iria. O Victor se prontificou, pois iria no banheiro. Quando ele levantou, como a cueca estava molhada, o pau dele já duro, ficou totalmente evidente e do lado do rosto da Julia. Quando ele entrou no banheiro a Julia já bêbada:
- Ela: amor! De novo ele desse jeito… esse menino só anda de pau duro?!
- Eu: também, né… você dando um show aqui.
- Ela: ai, nem começa com essas histórias de novo…
- Eu: não tá nem curiosa pra ver?
- Ela: porque eu estaria?
- Eu: só pra ver o tamanho.
- Ela: como se não desse pra ver pela cueca.
- Eu: parece grande, né?
- Ela: hahaha aiai… sim parece até.
O Victor volta com a champagne e mais a garrafa de whisky. Quando ele vai entrar, a Julia fala:
- Ela: vocês vão ficar de cueca? Depois não vai dar tempo de secar pra ir embora.
Nisso eu já tiro a minha dentro da jacuzzi, torço e jogo pra fora da banheira. Victor com uma cara meio assustado, mas com o nível de álcool já alto, abaixa a cueca e salta o pau dele pra fora. Vejo que a Julia dá uma boa olhada no pau dele. Ele entra e senta na jacuzzi de novo. Demos umas risadas e começou a tocar funk. A Julia começou a dançar debaixo da água.
- Eu: mor, levanta pra dançar.
- Ela: ah, você tá querendo demais, né? Vou ficar sozinha dançando aqui pra vocês? Tá pensando o que?
- Victor: eu levanto também…
Ela me olhou e os dois levantaram e começaram a dançar de pé na jacuzzi. Agora os dois pelados dançando, dando risada. A Julia ainda tentava cobrir um pouco do corpo, mas era em vão. A banheira era espaçosa, mas não tanto pra pessoas dançarem em pé.
- Ela: menino, cuidado com esse negócio aí perto de mim. - falou ela vendo que o Victor se aproximava dela às vezes.
Até que uma hora ela se vira pra fora da jacuzzi e se inclina pra frente pra pegar a garrafa e a mão dela bate no pau do Victor.
- Ela: Victor… esse troço aí não vai abaixar não?? Daqui a pouco vai bater ele em mim.
- Ele: não tenho culpa. Não abaixa…
Ela estava com a bunda virada pra nós dois. Tínhamos uma visão privilegiada da buceta e do cuzinho dela. Vi que ele olhou e o pau dele ficou ainda mais duro. Ficamos uma meia hora dando risada e dançando (eu também levantei pra dançar)
- Ela: quem topa tomar um banho? Já deu de banheira - ela saiu e foi em direção ao box.
O Victor logo se levantou e também foi. Eu fiquei.
- Ela: ei! Quem disse que era junto haha?
- Eu: deixa ele tomar banho com você, amor. Já já eu vou.
Ela não reclamou mais. Estavam os dois tomando banho juntos. Ela de costas pra ele e ele com o pau igual uma pedra há poucos centímetros da bunda dela. Uma hora a Julia vai um pouco pra trás e o pau dele encosta na bunda dela. Ela se vira pra ele e dá uma risadinha. Eu acompanhando tudo de camarote.
Ela sai do chuveiro, se seca e coloca a lingerie de volta. Todos também nos secamos, mas eu e o Victor enrolamos uma toalha em volta da cintura, pois as cuecas estavam molhadas ainda. Deitamos os 3 na cama ainda bebendo. Resolvi ligar a televisão e, pra quem já foi em motel sabe, estava passando um pornô. Ficamos ali vendo, comentando, dando risada e bebendo. Eu já estava bêbado também e já que estávamos naquela situação, comecei a passar a mão no meu pau que já estava duro. A Julia no meio de nós percebeu que eu começava uma punheta. Ela olhou assustada pra mim, mas depois fez uma cara de safada. Ela enfia a mão por baixo da minha toalha e começa a bater uma pra mim. Eu já envolvido na punheta, abri a toalha. Ela se virou na minha direção e continuou a bater pra mim. Quando consegui olhar por cima do ombro da Julia, o Victor também tinha aberto a toalha e batia uma punheta olhando para a bunda dela. Nisso ela desce da cama, tira o soutien e a calcinha, fica peladinha de novo. Ela volta em minha direção e fica de quarto me chupando, com a bunda inteira exposta pro Victor. Ele começa a acelerar a punheta. De repente vejo que ela leva um susto e para de me chupar e olha pra trás. O Victor estava batendo uma e passando a mão na bunda dela. Ela olhou pra mim com uma cara de safada e continuou a me chupar. De repente ela solta meu pau, vira de frente pra nós dois, pega no pau do Victor e começou a bater pra ele. Enquanto ela batia pra ele, fui atrás dela e comecei a chupar ela de 4. Chupei ela como nunca e ela já estava doida de tesão. O Victor já se contorcia na cama e ela olha pra ele e fala:
- Ela: já recebeu um boquete na sua vida? - ele só balançou a cabeça dizendo que não.
Ela lambe desde a base do pau dele até a cabeça e engole o pau dele inteiro. (Todo homem sabe que é difícil achar uma mulher que tenha um boquete bom…pois o da Julia era incrível). Quando ela começa a chupar ele, direciono meu pau na buceta dela e vou enfiando devagar, tirando e colocando. Eu não ia aguentar muito tempo vendo aquela cena. Ela chupava com gosto o pau dele. Eu não aguentei. Tirei e gozei tudo na bunda dela. Agora eu sentei do lado deles assistindo tudo. Comecei a chupar ela pra estimular enquanto ela continuava chupando ele. Ela vira pra mim e fala “continua, amor, vou gozar!” O Victor quieto até o momento fala: “acho que vou também” Nisso a Julia começa a tremer inteira e pra minha surpresa:
- Ela solta: goza vai! Goza gostoso na boquinha da sua mana…
Ele se contorce inteiro, empurra a cabeça dela contra o pau dele e fica uns 30 segundos assim. Quando ela levanta, vejo o gozo dele escorrendo da boca dela e ela engole o resto. Ficamos mais um pouco lá na suíte, tomamos outro bando e voltamos pro apartamento.
Os pais da minha namorada quiseram fazer uma viagem pra praia: eles dois, minha namorada e eu e o Victor. O destino escolhido por eles foi uma praia no Alagoas. O hotel era muito bom, com aqueles sistemas “all inclusive”, ou seja, comida e bebida liberadas o dia todo. Quando estávamos planejando a viagem, os pais dela até cogitaram pegar 3 quartos, um pra cada casal e um pro Victor. Mas nesses hotéis 1 quarto pra 1 pessoa acaba sendo quase o mesmo preço que pra 2 ou 3 (cama de casal e uma de solteiro), então essa foi a escolha. Ficaríamos eu, a Julia e o Victor no mesmo quarto. Malas prontas, fomos. Um pouco de perrengue até chegar no hotel, mas nada fora do comum. Chegamos de noite no hotel, então na primeira noite comemos algo e já fomos deitar. No outro dia acordamos cedo pra aproveitar tudo. Acordei por volta das 7h e a Julia já estava no banheiro se arrumando. Olhei pro lado e o Victor, como um bom adolescente, apagado. Ela então sai do banheiro de biquíni já animada:
- Ela: acordem vocês dois! Já vamos pra praia. Está um solzão lá fora!
Eu: já vou me arrumar - falei olhando pro Victor.
Ela caminhou em direção da cortina, abriu ela, foi até a cama do Victor e puxou o lenço. Como ele estava só de cueca, o pau dele estava estralando de duro. Ela deu um olhada, olhou pra mim e saiu em direção ao banheiro.
- Ela: Victor, protetor solar, hein! Não quero ver ninguém com insolação no primeiro dia. - falou ela já colocando um pouco na mão e passando nas pernas, braços e rosto.
Victor começou a passar e me deu o protetor pra eu também passar.
- Eu: Amor, quer que eu passe nas suas costas?
- Ela: Pode terminar, o Victor passa - ela estava só de biquíni, virou de costas com o Victor sentado na beirada da cama.
Percebi que ele mais acariciava e olhava pra bunda dela do que espalhava protetor. Terminamos de passar protetor, levantamos, nos arrumamos e fomos pra piscina e pra a praia. Comemos e bebemos praticamente o dia inteiro. Como as bebidas alcoólicas também eram livres, todos bebemos bastante. Quando foi umas 15h o Victor já estava começando a ficar vermelho e a Julia também. Eu praticamente nem passo tanto, pois minha pele não é tão clara quanto a deles.
- Julia: amor, preciso retocar o protetor. Você também senhor Victor - falou ela vasculhando a bolsa dela.
- Julia: Aff!! Esquecemos no quarto. Vou lá passar. Victor vamos lá…
Eu estava sentado em uma mesa na beira da piscina tomando minha cerveja tranquilo perto dos meus sogros, mas mesmo assim propus pra ir junto.
- Julia: não precisa. Vamos rapidinho. Fica aproveitando sua cerveja - falou ela se levantando e o Victor indo logo atrás.
Tomei minha cerveja, pedi outra e nada deles voltarem… comecei a pensar se algo tinha acontecido. Eu já estava pra terminando a outra cerveja, quando fui levantar pra ir checar, eles voltaram.
- Eu: que demora. Deu tudo certo?
- Ela: ah sim, demoramos pra passar. Agora podemos aproveitar mais no sol sem nos queimarmos.
Ela se sentou ao meu lado pra tomar sol e o Victor pulou na piscina. Meu sogros foram até o bar, pois eles queriam pedir umas caipirinhas e os garçons estavam enrolados pra trazer. Assim que eles saíram, eu olhei pra ela e ela olhou pra mim sorrindo.
- Eu: o que foi? Porque demoraram tanto?
- Ela: quer mesmo saber? - dando uma risadinha de canto de boca.
- Eu: sim…
- Ela: promete não ficar bravo?
- Eu: claro que não.
- Ela: então vem mais perto - eu fui.
- Ela: chegamos no quarto, pedi pro Victor me ajudar a passar protetor nas minhas costas. Quando me virei um pouco e olhei ele estava de pau duro, mas nem falei nada Haha. Você me conhece, né? Eu com esse monte de álcool na cabeça, resolvi provocar.
- Eu: e o que você fez?
- Ela: disse que o biquíni estava atrapalhando, soltei a parte de cima.
- Eu: e ele?!
- Ela: continuou a passar nas minhas costas. Quando me virei de frente parecia que o pau dele tava ainda maior, impossível de disfarçar, amor! Eu não podia voltar com ele com aquele troço na calça.
- Eu: e aí?
- Ela: aí eu pedi pra passar protetor nele, ele se levantou. Comecei a passar no peito dele, barriga e falei pra ele que não tinha como ele voltar daquele jeito. Então eu abaixei o shorts dele, sentei ele na cama, fiquei de joelho e comecei a bater uma pra ele!
- Eu: mentira… e ele?
- Ela: não sabia o que fazer, tadinho hehe. Fiquei uns 5 minutos e nada dele terminar. Como a gente precisava terminar, lambi o pau dele inteiro e comecei a chupar ele haha.
- Eu: não… e ai?
- Ela: fiz aquela tática que você disse uma vez que gosta pra ver se ele gozava rápido. Fiquei batendo e chupando só a cabecinha haha.
- Eu: o que deu em você? Você nunca fala essas coisas haha do nada agora?
- Ela: aí, desculpa… você sabe o que o álcool faz comigo!
- Eu: tudo bem, amor. E aí?
- Ela: aí que ele não aguentou e disse que ia gozar. Como eu não queria que me sujasse, pedi pra ele gozar na minha boca.
- Eu: e ele?
- Ela: gozou 1L na minha boca! Engoli um pouco, mas uma boa parte escorreu no meu peito. Como eu não queria limpar, senão teria que passar protetor de novo, eu só esfreguei.
- Eu: você tá com o gozo dele no seu peito agora?
- Ela: haha sim.
Tive que correr pro quarto bater uma. Logo que entrei, vi uma pequena poça branca no chão. Realmente tinha acontecido. O dia passou, anoiteceu. Naquela noite nada demais aconteceu, pois todos estavam muito cansados do sol o dia todo.
Quando o Victor dormiu, tivemos uma pequena conversa sobre o acontecido.
- Eu: nunca te vi assim.
- Ela: assim como? Eu: ah, mais solta haha.
- Ela: haha não gostou? Você que começou com essas ideias malucas!
- Eu: eu sei! Não estou achando ruim. Pode continuar.
- Ela: você está gostando mesmo?
- Eu: muito. Até onde isso vai chegar?
- Ela: haha tudo tem limite, né? Mas nem vou pensar nessas coisas agora, porque ainda estou bêbada haha.
- Eu: deixaria ele fazer qualquer coisa com você?
- Ela: qualquer coisa…?
Eu só olhei pra ela dando risada.
- Ela: tá perguntando se eu transaria com ele?
- Eu: sim.
- Ela: não, né. Isso ultrapassa muuuitos limites. Digo, TODOS os limites.
Não questionei mais e fomos dormir. A nossa rotina era sempre a mesma: acordar, ir pra piscina ou pra praia, almoçar, voltar pra piscina ou praia, jantar e dormir. Não tinha o que reclamar. No segundo dia, fomos mais pra praia que tinha acesso direto do hotel, era quase uma praia privada pros hóspedes. Ficamos na areia, comendo e bebendo mais. Depois do almoço, enjoamos da praia e resolvemos voltar pra piscina. Entre a praia e a parte externa da piscina do hotel, haviam umas cabines grandes com banheiro e chuveiros. Era norma do hotel que estava estampado bem grande em uma placa: “AO RETORNAR DA PRAIA, TODOS OS HÓSPEDES DEVEM UTILIZAR AS DUCHAS”. O aviso dizia algo de evitar problemas com as bombas da piscina com areia, algo assim.
- Julia: Vamos entrar nós 3. Vai mais rápido.
A cabine era grande. Era um mini vestiário com banheiro, pia e um chuveiro. Logo que entramos, a Julia foi abrindo o chuveiro e entrando. Eu fui lavar algumas coisas que estavam cheias de areia: óculos, protetor, o celular… Enquanto isso, estou de costas pro chuveiro, mas ouvindo eles 2 conversarem:
- Victor: acho que não precisa.
- Julia: Victor, tá tudo cheio de areia. Se não enxaguar a areia fica roçando e depois fica tudo ardendo.
Nisso eu resolvo dar uma olhada pra trás. A cena era a seguinte: a Julia abaixada tirando a calcinha e já sem a parte de cima do biquíni e o Victor desamarrando o shorts. Virei fingindo nem estar na cabine. Mais cochichos:
- Julia: de novo? Esse negócio tem vida própria? Haha
Continuei lavando as coisas sem necessidade agora, só pra ouvir a conversa e fingir que não estava ouvindo.
- Julia: não vou ajoelhar nesse banheiro aqui. (Mais cochichos que não consegui entender).
- Julia: ele sabe. Não tem problema.
Nessa hora me virei, fingi tomar um susto:
- Eu: já estão sem roupa? Haha
- Ela: falei pra ele tirar a roupa pra tirar a areia de dentro, mas olha como ele já ficou haha. Entra aqui, amor! E tira seu shorts também.
Entrei tirando o meu shorts. A cena dela pelada na frente do irmão dela de pau duro, me deixou com o pau igual uma pedra.
- Ela: ai, Deus… mais um agora haha
Começamos a tomar a ducha. Eu me posicionei atrás da Julia, até pra não ficar muito perto do Victor, então ela estava no meio de nós dois e de costas pra mim. Comecei a passar a mão na bunda dela. Ela olhou pra trás pra mim e deu um sorrisinho. Já com álcool na cabeça também e meio sem pensar, peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta dela e deslizou pra dentro. Pela facilidade, mesmo com a água ela estava muito molhada. Ela soltou um gemido e eu comecei a meter. Na adrenalina, tentando ouvir se alguém estava do lado de fora esperando, olhando pra bunda dela, vendo me pau entrar e sair dela. Quando olho pra frente ela estava beijando o Victor que batia uma punheta enquanto a língua dele era sugada pra dentro da boca da Julia. Ela tomou as rédeas, colocou a mão do Victor nos peitos dela e começou a bater pra ele. Vendo tudo aquilo, não aguentei, tirei meu pau de dentro dela e gozei na bunda dela. Assim que gozei e soltei o quadril dela, ela se aproximou do Victor ainda beijando ele. Os corpos dos dois estavam colados. O pau do Victor encostava na barriga dela enquanto ela batia pra ele segurando com a mão invertida pra baixo. Os dedos polegar e o indicador dela desciam até as bolas dele e ela subia.
- Victor: vou gozar!
Nisso ela junta mais o corpo dela nele e ela dá uma leve arqueada pra trás, como se ela quisesse ver o pau dele, aponta o pau dele pra baixo do umbigo, um pouco pra cima da buceta dela. Os jatos de porra dele vão todos na barriga dela e escorrem pela buceta dela e pela perna. Que cena ela toda gozada! Terminamos a ducha, nos vestimos. Quando saímos da cabine, um casal estava fora esperando, pois as outras cabines também estavam ocupadas. Eles nos olharam com uma cara de que suspeitavam de algo, mas passamos reto e fomos pra piscina. Eu não conseguia acreditar que a Julia estava cada vez mais safada e encorajada a fazer as coisas. Se no dia que chegamos ela dormia de pijama e tomava banho de porta trancada, agora ela dormia só de calcinha e andava pelada pelo quarto ou só de calcinha. No quarto dia que estávamos lá, organizaram uma festa pros hóspedes. Nada demais, mas teria jantar, banda, dj etc… nos arrumamos, nos encontramos com meus sogros para a janta. Após a janta, por volta de 23h começou a banda. Meus sogros aguentaram pouco e já foram dormir. A festa começou a ficar animada, passavam drinks, shots de tequila. Nós 3 estávamos na pista dançando e nos divertindo. A Julia estava tomando uns drinks e já tinha virado uns 2 shots. Eu e o Victor ficamos na cerveja, mas viramos um shot cada um também.
A noite foi avançando. A Julia já dançava e rebolava em mim. Com o vestido curto dela, de vez em quando, alguém devia ter uma visão privilegiada. Quando chegou uma certa hora ela disse que iria ao banheiro e pra eu acompanhar ela. O Victor quis ficar na pista. Ela foi ao banheiro, voltou e me abraçou. Chegou bem perto do meu ouvido:
- Julia: tá gostando da sua namorada assim? - com a voz já mole.
- Eu: assim como?
- Julia: do jeito que você me pediu, mais safada.
- Eu: muito! Pode ser até mais!
- Julia: mais?!! Haha o que você quer mais que isso?
Eu fiquei em silêncio.
- Julia: quando a gente voltar pro quarto, quero dar pra você! Bem gostoso!
- Eu: mas como? Com o Victor no quarto?
- Julia: deixa ele. Nada que ele ainda não tenha visto, né? Hehe - ela fala puxando meu braço de volta pra pista.
Chegando na pista encontramos o Victor.
- Julia: maninhooo! Vem aqui e dá um abraço em mim - pediu ela se jogando nos braços dele. Ele retribuiu o abraço.
- Julia: achou alguma menina? Deu uns beijos?
- Victor: não. Estava curtindo a música esperando vocês.
- Julia: ahhh, tava com saudade da sua maninha? - falou ela ainda abraçada nele.
- Victor: estava haha
- Julia: ahhh, eu também estava! Se nenhuma menina te deu bola, sua maninha dá.
No meio da pista, em frente de todos, ela puxa ele e eles começam a se beijar. Nenhum dos dois parecia ligar. Ela pegou as mãos do Victor e colocou na bunda dela. Fiquei olhando e resolvi olhar em volta. De fato, ninguém parecia ligar exceto por uma garçonete que olhava assustada. Por alguns segundos não consegui entender o espanto dela, mas lembrei: era ela que estava junto na na recepção no dia que chegamos. Antes que eu pudesse avisar a Julia, ela falou:
- Julia: vamos pegar umas garrafas e terminar nossa própria festinha no quarto?
Eu e o Victor nem tivemos reação. Ele muito menos. Fomos os 3 pro quarto. Levei uma caixinha de som pequena (JBL Go) porque às vezes ouvíamos na praia. A Julia já chegou no quarto, colocou música na caixinha enquanto nós ajeitávamos as coisas. Começamos a dançar os 3 e beber mais. A Julia vinha e me beijava. Olhava pro lado e beijava o Victor.
- Julia: que calor aqui! Esse ar tá ligado? - estava.
Ela solta as alças do vestido ficando só de calcinha. Se vira pra mim, começa a me beijar, tira minha camiseta, meu shorts e me empurra na cama. Sobe em cima de mim, ainda me beijando. Ela pode ter esquecido do Victor, mas eu estava de canto de olho, vendo ele sentado na cama dele, sem camiseta, olhando pro corpo dela. Ela desce pelo meu peito me beijando, tira minha cueca e começa a me chupar gostoso. Olho pro lado e o Victor só de cueca passando a mão no pau que já estava duro. Eu já estava até esquecendo dele agora com aquele boquete maravilhoso. A Julia então sai da cama, pega o Vitor pela mão levantando ele da cama e começa a beijar ele sem parar. Eles ficaram uns 5 minutos ali. Eu me levantei e sentei em uma pequena poltrona que ficava no pé da cama de casal. Ela arrasta ele pra cama de casal, deita ele (do mesmo jeito que fez comigo), monta nele e volta a beijar ele. E do mesmo jeito ela vai beijando o peito dele, a barriga, até que ela chega no pau dele. Ela tira a cueca dele, joga pro lado. Nessa hora ela já estava de pé na ponta da cama apenas inclinada pra frente beijando ele.
- Julia: amor, tira minha calcinha.
A minha visão era total de frente pra cama. Eu me levanto atrás dela, abaixo aquela calcinha preta de renda. Ela estende a mão pra trás, pega a calcinha dela:
- Julia: você não gosta das minhas calcinhas?
Ela fala isso jogando na cara dele. Agora ela chupava ele, enquanto ele levava a calcinha dela no rosto. Eu assistia de camarote batendo uma punheta, porque agora a atenção dela era só pra ele. Ela chupava, lambia o pau dele todo enquanto ele gemia. Ela descia com a língua até as bolas dele e subia. Então o Victor fala que vai gozar (até que ele aguentou bastante). Mas pra minha surpresa ela para de chupar ele. Fico sem entender. Ela volta beijando a barriga, o peito dele até chegar na boca. Tira a calcinha que estava na cara dele, joga pra mim e beija ele. O pau do Victor uma pedra, estava a alguns centímetros da bunda dela. Ela continua a beijar ele, fazendo movimentos como se estivesse cavalgando ele, pra trás e pra frente. Depois da décima vez que ela faz isso, a cabeça do pau do Victor encosta na entradinha da buceta dela e ela solta um leve gemido e para com o pau na entrada. Nessa hora me dá um estalo: a camisinha. Mas nós nem tínhamos, porque ela tomava anticoncepcional e eu, mesmo assim, gozo sempre fora pra diminuir qualquer risco.
Sem pensar muito eu acabo soltando um: “amor!”.
Ela se vira pra trás e olha pra mim.
- Eu: camisinha?
Ela montada nele, olhando pra trás pra mim, desce o corpo e o pau do Victor deslisa pra dentro dela. Os dois soltam um gemido juntos e eu vejo na cara dela o tesão que ela sentiu. Meu corpo inteiro gelou, mas em seguida senti um tesão enorme. Por algum motivo a caixinha essa hora nem estava mais tocando música. O único som que tomava conta do quarto era do gemido baixinho dela e da respiração forte dele. Eu via com detalhes o pau dele entrando e saindo da buceta dela que estava ensopada. Minha namorada, tirando a virgindade do irmão dela na minha frente. Eu me controlava pra não gozar. Estava muito difícil, mas eu me segurava. Ela então deu um beijo nele, e me rebolava subindo e descendo mexendo só a bunda, engolindo o pau dele. Ela coloca as duas mãos do Victor na bunda dela, faz ele apertar, deixando uma visão ainda mais clara. Eu já hipnotizado pelos dois, sou trazido pra terra de novo com a Julia me chamando.
- Julia: amor! Vou gozar… vou gozar no pau dele.
Aquilo foi demais pra mim. Ela segurou no peito dele, o corpo inteiro dela travou por uns 10 segundos e ela começou a tremer. Ela ficou congelada por uns 30 segundos, respirando fundo. Nunca tinha visto ela daquele jeito! Eu sem aguentar, gozei também. Minha consciência começou a voltar. Ela começou a se mexer. Como ela estava de joelhos montada nele, ela levantou uma perna, desmontando dele. Tonto ainda pelo orgasmo, eu levantei:
- Eu: querem tomar banho?
- Ela: o Victor ainda não gozou.
Realmente. Tinha esquecido. Achando que ela fosse chupar ele até ele gozar. Ela ficou de pé em cima dele e foi abaixando. Segurou no pau dele, direcionou na buceta dela e sentou de novo, agora quicando nele. Essa era a posição que eu sempre falava pra ela que eu gozava mais rápido. Ela descia e subia bem devagar, fazendo o pau dele sumir dentro dela. O Victor começou a ficar mais ofegante, ele apertava os peitos dela enquanto ela subia e descia devagar. Ela deve ter visto na cara dele que ele não ia aguentar mais 1 minutos. Ela voltou a ficar de joelho, cavalgando nele e falou:
- Julia: goza… Goza pra sua maninha.
- Victor: vou gozar!!!
- Julia: ai que delícia! Esperando ela se levantar, ela sentou mais forte nele, jogou o corpo dela de novo pra frente empinando bem a bunda. Ele apertou a bunda dela, levantou o quadril afundando o pau ainda mais fundo nela e eu pude ver o pau dele pulsando, gozando tudo dentro dela. Eu não conseguia acreditar naquilo! Algo que ela não deixava eu fazer, acontecendo na minha frente. Ela então vai indo pra frente e o pau dele sai dela, seguido por muita porra que escorre da buceta dela. Ela coloca a mão fazendo uma concha e eu vendo a porra ainda escorrendo na mão dela. Ela se levanta da cama, passa na minha frente, me dá um beijo rápido e vai pro banheiro...
PS: Conto retirado do reddit.
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